Come mai hai
le stelle nella spalla
come mai
porti stelle
che sono nei
che hanno diventato
luce,
come mai
senti i rumori
del mondo
e il silenzio
dei sogni
in questa mappa
tuoi nei
conchiglie,
nacchere di ritmo
sassi di argumenti
che non finiscano
mai,
come mai?
Robe di pele
di una colore unica.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Feliz Aniversário
Partilha: quando todos somos um,
Quando estas pedras sentem gente,
Quando esta gente une o sol e as estrelas
Saudemos as palavras
como se as letras fossem água
Ser no meio das pedras
para saber o sabor das pausas,
das notas de festa:
Feliz Aniversário.
Quando estas pedras sentem gente,
Quando esta gente une o sol e as estrelas
Saudemos as palavras
como se as letras fossem água
Ser no meio das pedras
para saber o sabor das pausas,
das notas de festa:
Feliz Aniversário.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Petazetas
Pedaços de lua
explodem
nas tuas letras.
A que cores
queres ver
o mundo?
Só se fores
bem ao fundo.
A lua, petazeta
O mundo, berlinde
O ar, cheta.
Gnomo da multidão
País da solidão
Petazetas.
Festa em petazetas.
Exploração
Destruição
Contemplação
Sinal de trânsito
Sinal de passagem
Sinal aberto
em som desperto
tempo incerto
escorregadela cintilante
risco flutuante
a galope
a trote
centauro nas noites
mago nas manhãs
pirilampo nas sobremesas
aguardente nas certezas
Pés descalços,
cabeça aberta
numa qualquer praça
sobre um banco de jardim
ou vulgar contentor.
A inteligência
de uma esquina
a pergunta
de uma sina,
ali estendidas,
em pic nic
alucinante,
mostruário
fascinante
herbário de emoções
kilometragem sem senões
Petazetas.
Petazetas.
explodem
nas tuas letras.
A que cores
queres ver
o mundo?
Só se fores
bem ao fundo.
A lua, petazeta
O mundo, berlinde
O ar, cheta.
Gnomo da multidão
País da solidão
Petazetas.
Festa em petazetas.
Exploração
Destruição
Contemplação
Sinal de trânsito
Sinal de passagem
Sinal aberto
em som desperto
tempo incerto
escorregadela cintilante
risco flutuante
a galope
a trote
centauro nas noites
mago nas manhãs
pirilampo nas sobremesas
aguardente nas certezas
Pés descalços,
cabeça aberta
numa qualquer praça
sobre um banco de jardim
ou vulgar contentor.
A inteligência
de uma esquina
a pergunta
de uma sina,
ali estendidas,
em pic nic
alucinante,
mostruário
fascinante
herbário de emoções
kilometragem sem senões
Petazetas.
Petazetas.
sábado, 14 de julho de 2012
Magdalena
Maria de Magdala
Rapunzel minha,
nas janelas de guilhotina.
Solta as tranças, Magdalena
que só eu vi a tua beleza
sépia, adormecida e apressada
na forca da guilhotina.
Solta as tranças, Magdalena
que a noite fazia-te sombra
mas eu vi-te de luz.
Solta as tranças, Magdalena
deixa só o pecado
ser flor entre a guilhotina,
negra estrela vespertina.
Solta as tranças, Magdalena
que quando menos souberes,
quando menos quiseres
quando menos esperares
os lençóis serão
novamente alvos,
o fumo será de algodão,
as coisas serão gente,
o tremor um bailado
o amor, um achado.
Rapunzel minha,
nas janelas de guilhotina.
Solta as tranças, Magdalena
que só eu vi a tua beleza
sépia, adormecida e apressada
na forca da guilhotina.
Solta as tranças, Magdalena
que a noite fazia-te sombra
mas eu vi-te de luz.
Solta as tranças, Magdalena
deixa só o pecado
ser flor entre a guilhotina,
negra estrela vespertina.
Solta as tranças, Magdalena
que quando menos souberes,
quando menos quiseres
quando menos esperares
os lençóis serão
novamente alvos,
o fumo será de algodão,
as coisas serão gente,
o tremor um bailado
o amor, um achado.
Etiquetas:
Estrela Polar,
Persona
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Cavalo Maluco
Sobe a colina
com suor no pulso
com um intruso avulso
animal de rapina
Arfante
em todos os goles
da descida
Pulsante,
é gaita de foles
na subida,
Cavalo Maluco.
Sai em bruto.
Nas negras pedras da calçada,
sobretudo pela alvorada,
As noites estalam
de tantas estrelas.
A lua é ruminante
no jardim
E o vinho, já viajante
no varandim.
Pernas cansadas
Pés dormentes
Delirium tremens
de coreto armado
de sol alçado,
Cavalo Maluco.
com suor no pulso
com um intruso avulso
animal de rapina
Arfante
em todos os goles
da descida
Pulsante,
é gaita de foles
na subida,
Cavalo Maluco.
Sai em bruto.
Nas negras pedras da calçada,
sobretudo pela alvorada,
As noites estalam
de tantas estrelas.
A lua é ruminante
no jardim
E o vinho, já viajante
no varandim.
Pernas cansadas
Pés dormentes
Delirium tremens
de coreto armado
de sol alçado,
Cavalo Maluco.
Etiquetas:
Lisboa menina e moça,
trânsito
domingo, 17 de junho de 2012
(a)Rumba
Naquela noite,
as cores eram tuas.
Tu, que de negrume
pesaste o céu.
Com passos silenciosos,
deslizantes
pancadas secas
na calçada
vidro estalando
em palmas.
A violência da beleza
de um pescoço curvado
de um cavalo montado
de um olhar cansado
de um sopro abrigado
de um perigo calado.
Tu, que de negrume
pesaste o céu
em mistério caleidoscópico
num vagar ciclópico
com visão nas alturas
Tu, que de negrume
pintaste a noite
e largaste a tua sombra
profunda
num recanto escondido
num gole encolhido.
Tu, que de negrume
me ladeaste em certo tom
de rumba encardida
de pergunta na mordida
de viagem na saída.
Vapor em papel vegetal
Porque o sol cozeu-te
as cores
e agora já é dia.
E agora,
da varanda dos sonhos
da escada em caracol
deslizamos em fulgurante
linha curva.
Em preciosa mistura turva.
as cores eram tuas.
Tu, que de negrume
pesaste o céu.
Com passos silenciosos,
deslizantes
pancadas secas
na calçada
vidro estalando
em palmas.
A violência da beleza
de um pescoço curvado
de um cavalo montado
de um olhar cansado
de um sopro abrigado
de um perigo calado.
Tu, que de negrume
pesaste o céu
em mistério caleidoscópico
num vagar ciclópico
com visão nas alturas
Tu, que de negrume
pintaste a noite
e largaste a tua sombra
profunda
num recanto escondido
num gole encolhido.
Tu, que de negrume
me ladeaste em certo tom
de rumba encardida
de pergunta na mordida
de viagem na saída.
Vapor em papel vegetal
Porque o sol cozeu-te
as cores
e agora já é dia.
E agora,
da varanda dos sonhos
da escada em caracol
deslizamos em fulgurante
linha curva.
Em preciosa mistura turva.
Etiquetas:
banda sonora,
Patinagem Artística
domingo, 27 de maio de 2012
Intermittenza
Si scivola giù
Galoppo incessante
Una pietra
Due pietre
Un mare
Occhi chiusi
di un giorno solare.
Mordere le unghie,
perché domani
tormenti i sogni
perché prima
bisogni espellere
tutti i fumi
in passi veloci
in colori atroci
Intermittenza.
Adesso no.
Un pò più tarde:
Intermittenza
piovendo nel mio stomaco,
lavaggio del cervello
tranquillamente nel parco -
Acetone e Möet & Chandon
Cocktail diluente
di notte fugaci
abbaiamenti rumorosi
languidi nei cammini
Stordimento nel schiocco
delle dita
in connessione astrofisica
con i vapori del mondo
con le sorprese di un secondo.
È un salto in alto
che graffia la schiena
che bagna la coscienza
Mordiamo le nuvole invece.
Galoppo incessante
Una pietra
Due pietre
Un mare
Occhi chiusi
di un giorno solare.
Mordere le unghie,
perché domani
tormenti i sogni
perché prima
bisogni espellere
tutti i fumi
in passi veloci
in colori atroci
Intermittenza.
Adesso no.
Un pò più tarde:
Intermittenza
piovendo nel mio stomaco,
lavaggio del cervello
tranquillamente nel parco -
Acetone e Möet & Chandon
Cocktail diluente
di notte fugaci
abbaiamenti rumorosi
languidi nei cammini
Stordimento nel schiocco
delle dita
in connessione astrofisica
con i vapori del mondo
con le sorprese di un secondo.
È un salto in alto
che graffia la schiena
che bagna la coscienza
Mordiamo le nuvole invece.
Etiquetas:
banda sonora,
Fénix,
italiani
Subscrever:
Mensagens (Atom)